EXPOPEC DIA 21 19O abate de bovinos no Brasil alcançou 8,09 milhões de cabeças no quarto trimestre de 2018, conforme dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Buscando elevar a lucratividade para o criador de bovino, durante a EXPOPEC foi oferecida a demonstração: Monitoramento de abate bovino e avaliação de carcaça.

O momento, conduzido pelo Consultor do SENAR, Alexandre Rui Barbosa, tem por objetivo mostrar que o pecuarista não produz apenas boi gordo, mas também carcaça, e essa deve chegar ao gancho com todos os cuidados preservados para evitar perdas. “O que deve ser analisado é o custo da produção de uma carcaça bovina, onde esta tem que ter parâmetros de qualidade mas com viabilidade econômica.”, afirma o instrutor.

Alexandre, que é zootecnista e produtor rural, trouxe reflexões para se entender toda cadeia produtiva da carne, citando as legislações que envolvem a bovinocultura de corte, bem como todos os procedimentos e técnicas que devem ser aplicadas no processo de produção de carcaça. O instrutor realçou que deve-se ter cuidado com o boi desde seu manejo no pasto, no carregamento, no transporte e encaminhamento do animal ao frigorífico, pois todas as etapas interferem na boa qualidade da carcaça e automaticamente na lucratividade do produtor rural.

 "O que vendemos, boi ou carcaça? Não adianta o produtor investir em genética e nutrição se no dia a dia ele não adota em sua fazenda práticas do manejo racional, evitando ferir ou maltratar os animais. A logística de transporte também interfere e deve ser feito com técnicas corretas. Assim, a rentabilidade do negócio de produção de carne depende de muitos fatores. No final o que vendemos é a carcaça, e ela deve ser cuidada em toda cadeia produtiva.", ressalta o consultor do Senar.

 

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