Leandro e Vendramini

Leandro Barbero

   O professor Dr. Leandro Barbero,  da UFU – Universidade Federal de Uberlândia, foi o quarto palestrante da tarde de sexta-feira (23) e compartilhou seus conhecimentos sobre “Estratégias de Manejo e Pastagens”, contando um pouco sobre a colheita eficiente de pasto.O professor Dr. Leandro Barbero,  da UFU – Universidade Federal de Uberlândia, foi o quarto palestrante da tarde de sexta-feira (23) e compartilhou seus conhecimentos sobre “Estratégias de Manejo e Pastagens”, contando um pouco sobre a colheita eficiente de pasto.
   Leandro Barbero é professor, filho de pecuarista e pecuarista por vocação e paixão e trouxe itens de uma abordagem conceitual sobre quais as formas corretas de manejo de pastagens, quais os melhores momentos para se colocar os animais no pasto, quais os tipos de pastos mais usados, entre outros. A ideia apresentada em sua palestra foi a de trazer ao pecuarista dados científicos de forma simples, para que o mesmo pudesse entender quais os caminhos que a Academia tem pesquisado e aplicado com sucesso no que tange ao Manejo de Pastagens no Brasil. 

 

 

João Maurício Vendramini

   Encerrando o ciclo de palestras João Maurício Bueno Vendramini, pesquisador e professor na Universidade da Flórida (EUA), apresentou detalhes sobre as diferenças da pecuária de corte entre Brasil, Austrália e EUA. 

   Sua palestra, que teve como tema “Os exemplos que devemos ou não  seguir na produção de gado de corte dos EUA e Austrália”. Em sua palestra João Maurício identifica as principais semelhanças existentes na produção de gado, entre Brasil, EUA e Austrália: baixa rentabilidade em relação ao patrimônio investido; economia de escala que obriga muitos produtores a terem outras atividades profissionais; mesmo assim, o investimento em propriedades rurais são muito atraentes devido a segurança e certeza de rentabilidade a médio e longo prazo; possibilidade de diversificação de praticas de manejo na produção de gado de corte. 

   Segundo o professor, o produtor precisa prestar atenção ao fator CLIMA, que é a única coisa que não  pode ser controlada mas que influência diretamente no valor dos animais, e consequentemente na rentabilidade da atividade pecuária. Como um caso a ser espelhado, João Maurício mostrou que os produtores australianos tem planejamento estratégico na veia, pois devido aos longos períodos de secas na Austrália, os produtores devem se planejar para conviver com condições adversas. “Eles estão todo dia esperando o desastre, e estão preparados para aquilo.” , explicou.
   Logo após o ciclo de palestras da tarde, os convidados participaram do debate mediado por Bruno Andrade, da ASSOCON, e responderam aos questionamentos da plateia. 


Por Adriane Pires

Fotos: Larissa Melo e Anne Vilela